Polícia evita que indivíduo fosse executado após ser “julgado” pelo tribunal do PCC; Seis Porecatuenses foram presos

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Uma briga de facções criminosas rivais quase acabou em tragédia. Seis elementos, moradores de Porecatu, iriam executar um homem que pertencia a uma quadrilha rival. O crime foi evitado após um trabalho da polícia reservada e o apoio de militares de Alvorada do Sul e Porecatu, na tarde da última sexta, 16 de novembro.

O elemento jurado de morte estava visitando a mãe em Porecatu e pertence ao PGC (Primeiro Grupo Catarinense). Ele está cumprindo pena no regime semi-aberto e foi encontrado sobre cárcere privado em um barraco à beira do Rio.

Ele seria morto por seis indivíduos ligados ao PCC, (Primeiro Comando da Capital). O crime aconteceria na Ponte do Rio Vermelho, entre Porecatu e Alvorada do Sul. Para se ter uma ideia, foi montado um “tribunal” e os bandidos estavam mantendo contato com membros do alto escalão da facção que estão em regime prisional. Eles filmavam e mandavam tudo via Whatsapp.

A “vítima”, Sergio Henrique, informou à polícia que eles já tinham julgado à sua conduta e sentenciado pela sua morte.

A equipe policial que trabalhou na operação localizou um revolver calibre 38 e 4 cartuchos intactos no local. Dois veículos e seis aparelhos celulares também foram apreendidos.

Seis elementos foram presos: Wallison Cesar da Silva, Kleberson Santana Santos “Neguinho”, Andre Luiz da Silva Azevedo “157”, Fernando Hernandes “Magrim”, Guilherme Brito Cavalcanti “Gordão” e Marcio Marjote de Souza.

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