Estivemos na residência do Irmão da Dona Romilda Sete, a qual acabou falecendo após ser atropelada em frente ao pelotão em Sertanópolis. Veja Aqui 

O irmão, Sr. Valdemar Martins de Souza, mais conhecido como “Cobrinha”, nos informou que a senhora Romilda de 71 anos havia sido levada até o Hospital São Lucas onde permaneceu por cerca de 3 horas. Conforme ele, a irmã foi atendida onde a médica pediu um Raio-X que foi realizado apenas nas pernas, e a família foi informada que a vítima estava em perfeito estado, apenas “achavam” que teria trincado a perna.

Cobrinha nos informou ainda que a família preocupada decidiu levar a idosa para Londrina, onde a mesma tem convênio. Porém o maior desgaste foi a liberação da ambulância.

Outro Raio-X foi realizado no Hospital em Londrina, onde foi constatado que a idosa teve fraturas no joelho, perna, bacia, costela e ombro. Após o Raio x,  ela sofreu uma parada cardíaca.

A família está abalada com o ocorrido, explicando que dona Romilda era muito ativa e cheia de vida e no momento do acidente ela estava indo para Londrina resolver situações médicas do esposo Sr. Sete o qual ela cuidava.

Cobrinha também citou a situação dos caminhões, onde conforme ele está irregular, empatando o trajeto ao ponto de ônibus.

A família também nos informou, que o motorista deu toda assistência. E que as devidas providências estão sendo tomadas.

Falamos com o Diretor do Sermusa, Sr. Ilto o qual nos informou que está a disposição de familiares para qualquer esclarecimento.

Ele nos informou também, que deveríamos procurar o Conselho de Medicina para que também nos informassem a respeito dessa situação. E falou que teve uma conversa informal com os enfermeiros sobre o assunto e que foi lhe repassado que a Dona Romilda teria chegado no Hospital São Lucas de forma bem e consciente, onde teve o atendimento e logo após ela teria informado que queria ir para sua residência, porém a médica optou em deixá-la um pouco mais.

Conforme ele, familiares informaram que teriam pretensão de levá-la ao Hospital em Londrina, onde foi disponibilizado a ambulância para o deslocamento. A partir de lá ele não soube mais sobre o estado de saúde da paciente.

Ilto explicou que existe um protocolo de atendimento o qual foi aplicado.

Ouça o áudio abaixo

 

 

 

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